Wild Rift

Review: Wild Rift é a experiência perfeita do LoL para mobile

O pré-registro do game já está disponível na Google Play Store
@luccabucks
Matheus de Lucca
escreve para o Versus.
Foto: Riot Games/Reprodução
Foto: Riot Games/Reprodução

Durante o evento de aniversário de 10 anos de League of Legends na terça-feira (17), o Versus teve oportunidade de jogar League of Legends Wild Rift, o LoL mobile que também será lançado para consoles. O game tem previsão de estreia para 2020, mas você já pode fazer pré-cadastro para testes no futuro e também conferir nossas primeiras impressões abaixo.

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Como jogadora assídua de games mobile, tenho grande experiência com MOBAs da plataforma - desde Vainglory em seus tempos de glória até Arena of Valor. Além disso, minha relação com LoL tem mais de sete anos, portanto as expectativas eram altas... E a Riot Games não me decepcionou.

Antes de tudo, não ache que apenas pegaram Summoner’s Rift do PC e colocaram no celular: na verdade, todas as texturas e campeões de LoL foram completamente reconstruídos para Wild Rift. As animações de ataque estão fluídas - e diria até que mais bonitas que a versão para PC - e extremamente similares ao original.

A tela de seleção de campeões possui as splash arts animadas - Riot, cadê isso na versão de PC? Falando nisso, Wild Rift conta com apenas 40 personagens dos mais de 140 do game original. Ao menos nesta versão de teste, vi nomes como Nasus, Shyvanna, Ashe, Jinx, Nami, Olaf, entre outros.

Para uma imersão mais completa do título, joguei com Garen e Lux. Assim, teria plena capacidade de comentar a respeito de mecânicas envolvendo combate corpo-a-corpo e à distância.

A versão do mapa tradicional do LoL em Wild Rift segue a tendência de outros MOBAs para celulares, com espelhamento. Quando o jogador está no lado vermelho no PC, a base é no canto superior direito do mapa, o que não ocorre nos smartphones. Não importa onde você comece, a visão sempre será a mesma: a base no canto inferior esquerdo e movimentação para a direita e centro.

Quando o jogador está do lado vermelho, o Barão e Dragão ficam invertidos, ou seja, o Barão fica próximo da rota inferior e o Dragão da rota superior. Mas não se assuste - o jogo sempre indica qual é a rota correta para os objetivos por meio de marcações no chão das bases. Falando nelas, não há inibidores e nem torres que protegem o Nexus, o que acelera o passo do jogo. As partidas duram entre 15 e 20 minutos, em média.

Outra diferença é a ausência de sentinelas e itens consumíveis, como poções. As wards se tornaram pontos estratégicos no mapa, conquistados por certo tempo e fornecendo visão para a equipe. Para suprir a ausência de itens de regeneração de vida e mana, plantas de Frutomel foram adicionadas próximas às primeiras torres das rotas, possibilitando que o jogador fique por mais tempo na lane. A famosa bota se tornou um item ativável (semelhante ao Arrancar de Arena of Valor), facilitando a movimentação pelo mapa.

Foto: Riot Games/Reprodução
Foto: Riot Games/Reprodução

O gameplay não foge muito de outros MOBAs para celular, então se você tem costume de jogar títulos do gênero, não terá problemas em se adaptar. O direcional de movimentação fica no lado esquerdo da tela e as quatro habilidades no lado direito, com os botões para upar as skills surgindo logo acima deles. Estas funções ocupam um espaço pequeno na tela, então usuários com smartphones menores podem ter problemas para apertar os comandos corretos em momentos de pressão.

Existem três botões de ataque básico: um para atingir apenas tropas, outro para torres e um terceiro, maior, para alvejar qualquer alvo, dando preferência a campeões inimigos - sistema bem semelhante ao utilizado em Vainglory. Isto facilita a fase de rotas, pois o jogador pode escolher se quer atrapalhar seus inimigos ou focar no farm.

Não há ajuda para mirar skillshots, ou seja, se você clicar na habilidade, ela não irá automaticamente para o inimigo mais próximo. Já ao utilizar habilidades point-and-click, como a ultimate de Garen, o alvo será o inimigo mais próximo. Assim como em League of Legends para PC, compras de itens poderão ser feitas apenas na base.

Wild Rift é uma ótima experiência da versão de PC para mobile e pode ser um primeiro mergulho no incrível mundo de Runeterra para quem ainda não conhece. O game será lançado em 2020 para dispositivos Android, iOS e consoles ainda não confirmados. Em coletiva de imprensa, a Riot comentou que o jogo rodará em iPhone 5S e Samsung Galaxy A7 e você pode fazer o pré-cadastro para testes com o nosso guia especial.

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Patrícia Mani é gerente de comunidade do Versus. Siga-a no Twitter em @pattybmani.

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