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Passei uma semana com um Samsung Odyssey 2 e olha no que deu

A experiência de usar o novo modelo da linha gamer da fabricante sul-coreana
@luccabucks
Escrito por
Matheus de Lucca

Foto: Reprodução
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Recebi a missão de utilizar um Samsung Odyssey 2 por uma semana para relatar minhas experiências de uso com o novo modelo de notebook da linha gamer da marca. Por sete dias, tive um novo companheiro para aventuras nas partidas ranqueadas de League of Legends, Overwatch etc. e pude sentir na prática os recursos e especificações que o aparelho fornece para o usuário que deseja uma máquina de alto desempenho para games.

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Nitidez e maciez

A impressão inicial que tive quando peguei o Samsung Odyssey 2 foi de que é leve e bem anatômico para transporte. Como jornalista, é frequente ter que me deslocar para coberturas e eventos, então ter um notebook que não pese muito e que seja fácil de levar para todo canto certamente é um diferencial.

Logo quando cheguei em casa, já o liguei e fui surpreendido pela velocidade de inicialização do sistema, graças ao fato de que este é um modelo híbrido com HDD de 1 TB que trabalha em conjunto com um SSD de 512 GB, no qual fica instalado o sistema operacional.

Na sequência, baixei os principais jogos competitivos que gosto e tive o prazer de colocar todas as configurações de vídeo no máximo, afinal, com uma placa de vídeo Nvidia Geforce RTX2060 e processadores Intel da 9ª geração, o notebook certamente aguenta o tranco de qualquer game que for.

Joguei algumas partidas de LoL, notando especialmente a maciez do teclado. No MOBA da Riot Games a função que costumo desempenhar é a de atirador, então uso bastante o comando attack-move em combinação com as habilidades do campeão e cliques rápidos para maior eficiência nas lutas e fazer isso com o Odyssey 2 se provou mais prazeroso do que de costume.

Reposicionar a câmera in-game constantemente em teamfights apertando a barra de espaço me fez perceber o quão silencioso o teclado é, visto que no calor do momento pressionar as teclas rápido pode gerar barulho no caso de periféricos convencionais e até de outros específicos de linha gamer, mas não foi o caso com este.

Outro ponto que logo chamou atenção foi a definição de cores na tela de 15,6 polegadas. Summoner’s Rift ficou especialmente colorida com a chegada das mudanças dos dragões elementais, então o vermelho do mapa Infernal ficou mais vívido, o verde e azul do Oceano mais salientes, o tom sépia da Montanha mais nítido e o efeito de ventania causado pelo Dragão das Nuvens mais brilhante. Até a tela cinza de morte quando fui eliminado pelo Rengar do time inimigo ficou mais bonita, quem dirá o texto de "Derrota" o qual estamos tão acostumados a ver no LoLzinho.

Foto: Reprodução
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Reações rápidas

Em outro dia, resolvi testar a eficácia do Samsung Odyssey 2 com Overwatch, outro game competitivo pelo qual ainda tenho certo apreço. Logo de cara percebi como o visual saltava mais aos olhos, mas estava realmente entusiasmado com a ideia de jogar um shooter com um monitor cuja taxa de atualização é de 144Hz, o que oferece mais agilidade e informações mais precisas em um game no qual até frações de segundo são a diferença entre vencer e perder.

De fato, a movimentação se mostrou muito mais fluída do que eu estava acostumado. A diferença foi tanta que nos primeiros segundos da partida fiquei encantado movimentando a câmera, apenas curtindo o quão “certo” tudo parecia. Jogar com heróis que precisam acompanhar o alvo para continuar causando dano (tracking), como Tracer, Zarya e Symmetra se provou mais fácil, porque a mira se move mais suavemente pela tela. Personagens como Soldado: 76, McCree e Widowmaker também se beneficiam disto... mas ainda assim não acertei nenhum headshot com eles.

Claro, não digo aqui que ter um monitor com 144Hz vai instantaneamente fazer você mirar melhor (confia em mim, eu tentei), mas ter mais fluidez na movimentação e respostas mais rápidas certamente ajuda, principalmente em um game de ritmo acelerado como Overwatch. Não tenho dúvidas de que também faz a diferença em outros shooters como Rainbow Six Siege, Counter-Strike: Global Offensive e Apex Legends.

Ouvir os passos dos adversários, sons de habilidades e disparos é essencial para mapear a localização de ameaças e não ser pego de surpresa. Felizmente, o Odyssey 2 tem um sistema de som 360º, então o fato de eu não ter um headset com esta tecnologia não foi um impedimento para ter ainda mais informação ao meu dispor para tomar decisões in-game, apenas usei os alto-falantes do próprio notebook e pude reagir rapidamente a ataques pelos flancos em mapas que tanto facilitam essas emboscadas, como Rialto e Eichenwalde.

Foto: Reprodução
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Resfriado

O último elemento do Odyssey 2 que se destacou foi a estabilidade da temperatura do aparelho mesmo com sessões relativamente longas de jogatina. O notebook tem um sistema de gerenciamento térmico chamado Jet Blade, que ajuda a transmitir o calor do processador e da placa de vídeo até os coolers.

Tal eficácia é essencial para jogos que exigem mais da máquina e também para uso contínuo. Pude deixá-lo em atividade durante horas consecutivas sem sentir calor em qualquer parte do notebook.

Terminei a minha semana de uso satisfeito com o desempenho e com o conforto oferecido, até triste em dar adeus ao Odyssey 2. Certamente causou uma boa impressão e entrou para o radar de notebooks gamer que devem ser considerados por jogadores competitivos que precisam de alto desempenho e facilidades de uso.

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