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Será que Magic: The Gathering Arena pode ser o novo grande jogo de cartas online?

Existe chance do game bater de frente com Hearthstone ou com Artifact, que está por vir?
@matheus.oliveira
Matheus Oliveira
é reporter no Versus.

Anunciado em 2017, Magic: The Gathering Arena é a nova aposta da publisher Wizards of the Coast para o mercado de jogos eletrônicos. O Versus testou o game, que está em beta fechado, e responde se o título é ou não a experiência definitiva de Magic no ambiente virtual.

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Magic: The Gathering é talvez um dos jogos mais famosos do mundo e já teve diversas tentativas de games tentando alcançar sucesso em versões eletrônicas ao longo dos anos, como Magic Duels e Magic Online - mas tudo está prestes a ser mudado com a chegada de MTG Arena.

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MTG Arena | Foto: Reprodução
MTG Arena | Foto: Reprodução
Magic Duels | Foto: Reprodução
Magic Duels | Foto: Reprodução
Magic Online | Foto: Reprodução
Magic Online | Foto: Reprodução

Visual impactante com bastante conteúdo

Assim como foi dito no anúncio do game, um dos focos do MTG Arena é ter um visual amigável e apelativo para que seja possível e viável jogá-lo em transmissões ao vivo, diferente do que acontece com os outros títulos.

Magic Online é a principal plataforma para os jogadores mais competitivos, já que tem disponível quase todos os modos de jogo e uma quantidade grande de cartas, enquanto Duels tinha uma aparência mais agradável, mas opções limitadas.

Magic: The Gathering Arena chega com um equilíbrio perfeito entre as duas propostas, com animações, efeitos sonoros e mecânicas bem trabalhadas, ao mesmo tempo que, segundo anúncios, deve também apresentar variedade nos modos de jogo e manter-se atualizado com o modelo Standard, no qual estão presentes sempre as cartas mais recentes do game.

A tela inicial do jogo já traz diversas opções e mostram as maneiras de conseguir as famosas "moedinhas" | Foto: Reprodução/
A tela inicial do jogo já traz diversas opções e mostram as maneiras de conseguir as famosas "moedinhas" | Foto: Reprodução/

Um modelo que funciona

MTG Arena é um jogo free-to-play, com microtransações presentes para acelerar a conquista de conteúdos, que na fase beta se limitam aos famosos boosters, pacotes com novas cartas.

Esse modelo de negócio é o tradicional em grande parcela dos games do gênero, como Hearthstone e Gwent, mostrando-se efetivo.

Basta esperar para ver quais tipos de conteúdos estarão disponíveis na versão final do título. Novos modos de jogo e possíveis customizações são bem-vindas, já que apenas cartas a mais podem não ser o suficiente para motivar o investimento dos jogadores.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Um futuro game competitivo?

É claro que o foco da Wizards of the Coast será sempre em seu jogo de cartas na versão física, com as novas coleções de Magic lançadas periodicamente e campeonatos acontecendo ao redor do globo.

Por mais que esse seja o caso, MTG Arena será, sem dúvidas, um grande título para as plataformas digitais, com o potencial de trazer novos jogadores ao mundo de Magic - tanto quem conhece a franquia e parou de jogar quanto os novatos que podem se interessar.

Ainda é cedo para afirmar que o novo game pode tomar o lugar de Magic Online, mas o lançamento de Magic: The Gathering Arena promete ser um grande impulso para a comunidade e um novo atrativo, com a capacidade de fazer players investirem em suas coleções, seja com as cartas físicas ou virtuais.

MTG Arena é a novidade que os apaixonados por jogos de cartas precisavam: com mecânicas bem implementadas, visual trabalhado e potencial para cair nas graças da comunidade, o game é feito tanto para quem procura um novo título para transmissões, quanto para possíveis competições - isso, claro, caso continue recebendo atualizações, assim como acontece no clássico Magic físico.

Matheus Oliveira é redator do Versus. Siga-o no Twitter.

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