League of Legends

Riot Games terá equipe investigativa para diminuir sexismo na empresa

Desenvolvedora terá diversas mudanças de conduta para combater o assédio no ambiente de trabalho
@helenavnogueira
Helena Nogueira
escreve para o Versus.
Foto: Reprodução/Riot Games
Foto: Reprodução/Riot Games

Após ser acusada de possuir uma cultura interna de sexismo e misoginia, a Riot Games se posicionou publicamente sobre seus próximos passos para combater este tipo de comportamento no ambiente de trabalho. Nesta quarta-feira (29), a desenvolvedora de League of Legends publicou uma carta em seu site oficial com uma lista de iniciativas e mudanças que deverão combater a toxicidade na empresa.

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Na carta, que possui o título "Nossos primeiros passos adiante", a desenvolvedora admite que as questões internas demandarão tempo para serem solucionadas, sendo necessário "injetar mudanças no DNA cultural" da Riot Games.

"No decorrer das últimas três semanas, nós estivemos focados em ouvir e aprender", diz o comunicado. "Estamos acostumados a resolver problemas assim que possível com atualizações, mas este patch não acontecerá da noite para o dia."

Pedindo desculpas a todos os seus empregados, jogadores, parceiros e fãs que gostariam de trabalhar na empresa um dia, a desenvolvedora elencou sete passos que entrarão em vigor paradiminuir o assédio. Dentre as iniciativas que prometem melhorar a cultura empresarial, uma das mudanças diretas será o processo de investigação.

Investigação e recrutamento

Tendo contratado uma firma de advogados terceirizada - que já está lidando com os diversos casos apurados pela reportagem da Kotaku, lançada no início de agosto - a Riot Games terá uma equipe investigativa que deverá apurar acusações internas, levando em conta que "ninguém e nada é sagrado". Além disso, uma linha direta de telefone permitirá que "qualquer empregado faça a sua queixa de forma anônima".

No mais, o comunicado também menciona mudanças no recrutamento de Rioters (os profissionais que trabalham na empresa), que deverá ser "mais aberto" e "mais acessível a todos os grupos demográficos", mas não fornece mais detalhes.

"Nós sempre acreditamos que a Riot deveria ser a casa dos melhores talentos nos games. É nítido que nós falhamos em alcançar este objetivo. Mas nós nunca abandonamos um desafio antes e nós não planejamos desistir agora", finaliza o comunicado.



Helena Nogueira é repórter no Versus. Siga-a no Twitter em @helenavnogueira.

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