League of Legends

Relembre os pro players sul-coreanos de League of Legends que já jogaram no Brasil

Muitos deles estão brilhando lá fora…
@biaacoutinhoo
Beatriz Coutinho
escreve para o Versus.
© Reprodução
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No sábado (28), o jogador sul-coreano Kwon “M1rage” Noh-hoon chegou à Red Canids como um dos reforços da equipe para o CBLoL 2018.

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Essa não será a primeira vez que jogadores sul-coreanos vão disputar o Campeonato Brasileiros de League of Legends - muitos jogadores da Coreia do Sul já passaram por terras brasileiras.

Pensando nisso, fizemos uma lista para relembrar quem foram eles:

Park "Winged" Tae-jin

Winged sentado no chão © Reprodução
Winged sentado no chão © Reprodução

O caçador Winged chegou na Keyd em fevereiro de 2014, e ao lado de An "SuNo" Sun-ho, foi o primeiro sul-coreano a jogar no Brasil. Junto com a Keyd, ele ganhou quase todos torneios que disputou: BGL Arena #3, Selecter Cup, X5 Mega Arena e Liga Brasileira.

O único campeonato que a equipe perdeu era justamente o mais importante: a Final Regional Brasileira, o torneio anterior ao CBLoL que daria à equipe vencedora uma vaga no Mundial de LoL.

A chance de ir para a final daquele ano, na Coreia do Sul, acabou ficando com a Kabum, que venceu as estrelas da Keyd por 2 a 0 nas semifinais e ganhou da CNB por 3 a 1 na grande final.

Muito elogiado pelos seus jogos com Lee-Sin, o sul-coreano Winged deixou a organização uma semana após a derrota.

Ele manteve o bom desempenho enquanto jogou pela Jin Air Green Wings, e atualmente joga pela CJ Entus, que recentemente perdeu a Série de Promoção para o split de primavera da liga sul-coreana (League of Legends Champions Korea).


An "SuNo" Sun-ho

© Reprodução
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O jogador da rota do meio “SuNo” chegou à Keyd junto com Winged, e juntos, foram a primeira dupla sul-coreana a jogar no Brasil, algo considerado uma novidade na época.

Após vencer a maior parte dos torneios que a equipe disputou, a derrota na semifinal da Final Regional Brasileira foi motivo suficiente para que o jogador deixasse o time e o Brasil.

De volta ao exterior, o jogador passou pela equipe chinesa ShowTime, e em seguida jogou pela SK Gaming. Em novembro de 2016, SuNo entrou para o time europeu Nerv, o qual deixou em abril deste ano. O jogador, que fazia jogadas incríveis com sua LeBlanc, não conquistou grandes feitos lá fora.


Kim "Olleh" Joo-sung

© Reprodução
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O suporte sul-coreano Olleh chegou ao Brasil em maio de 2014 e já havia jogado nas equipes KT Rolster Arrows e Midas FIO.

Jogando pela PaiN Gaming ao lado de Whesley "Leko" Holler , Thúlio "sirT" Carlos, Gabriel "Kami" Bohm e Han "Lactea" Gi-hyeon, Olleh garantiu o vice-campeonato na Liga Brasileira, a 4ª colocação na Final Regional e novamente um 2º lugar, desta vez na Brasil Gaming League.

Após a Pain cair nas quartas de final da Intel Extreme Masters IX San Jose, o suporte deixou a equipe e logo juntou-se à Hong Kong Esports, onde garantiu alguns bons resultados.

Em dezembro de 2016, ele entrou para a Immortals. Em 2017 ele e seus colegas garantiram o vice-campeonato do split de verão da liga norte-americana (League of Legends Championship Series NA), conseguindo uma vaga no Mundial, onde foram eliminados ainda na fase de grupos.

Ele se dedicou muito a aprender português e tem vários vídeos antigos em seu canal no Youtube estudando a língua e cantando Sandy & Júnior. Recentemente Olleh se lembrou do Brasil no Mundial, postando uma foto no Twitter com um Guaraná.


Han "bing" Gi-hyeon

Lactea à esquerda © Reprodução
Lactea à esquerda © Reprodução

Talvez você não conheça Han por esse nick, mas ele atendia por “Lactea” quando chegou à Pain junto com Olleh para marcar o cenário brasileiro de 2014.

Lactea jogou pela Pain como atirador e topo, e também deixou a equipe após a derrota na IEM IX San Jose. Em seguida, entrou para a ShowTime, onde jogou junto com “ReSeT” - que também já havia jogado no Brasil pela Kabum Black. Mas Han ficou apenas um mês na equipe e logo depois o time acabou.

Apesar de manter um canal na Twitch e fazer streams quase todos os dias, bing (seu novo nick) não jogou mais competitivamente desde 2015.


Lee "Crown" Min-ho

Crown ao meio © Reprodução
Crown ao meio © Reprodução

A trajetória do atual finalista do Mundial 2017 começou no Brasil e, infelizmente, com muita dificuldade. Crown chegou ao nosso país em junho de 2014, quando ainda usava o nick “Shadow”, para jogar pela equipe Team 58ers, que não era bem posicionada no cenário da época.

Sem espaço para crescer, o jogador da rota do meio e o colega conterrâneo Won "Joono" Jun-ho (ex-ReSeT) deixaram o time e entraram para a Kabum Black, onde conquistaram apenas o vice-campeonato do Circuito Game7.

Em dezembro do mesmo ano, ele deixou o Brasil para em maio de 2015 integrar a equipe onde construiu seu nome: a gigante sul-coreana Samsung Galaxy.

Atualmente, ele é vice-campeão mundial de 2016 e em 4 de novembro terá a chance de tornar-se campeão em cima da equipe que tirou sua vitória, a SK Telecom T1.


Won "Joono" Jun-ho

Martin "Espeon" e "Joono" ou "ReSEt"
Martin "Espeon" e "Joono" ou "ReSEt"

Joono é mais um jogador que mudou seu nick após deixar o Brasil. O caçador era conhecido no nosso cenário como “ReSEt” e passou pela mesma trajetória que Crown no Brasil.

Em um post no Facebook, ele chegou a dizer que os jogadores da Team 58ers tinham dificuldade em ter acesso a comida e água, além de diversos problemas em relação à infraestrutura da gaming house em que moravam.

Após deixar o Brasil, ele ficou um mês na ShowTime e em seguida a equipe acabou. Em setembro de 2017, ReSEt comemorou no Facebook sua dispensa do exército sul-coreano e disse que estava procurando por um time para trabalhar como jogador ou até mesmo técnico… Será que o pro player pode ser um dos nomes cogitados para a Red Canids?


Kim "Emperor" Jin-hyun

Emperor, segundo jogador da esquerda para a direita © Reprodução
Emperor, segundo jogador da esquerda para a direita © Reprodução

O atirador Emperor chegou ao Brasil em dezembro de 2014, e junto com “DayDream”, fez parte da segunda dupla de coreanos que jogou pela Keyd.

Após uma bela campanha, ele e a equipe conseguiram o vice-campeonato do 1º split do CBLoL 2015. Na época, a equipe era conhecida por ter um estilo de jogo rápido e agressivo, e Emperor tinha o terceiro melhor desempenho do split até a grande final. Seus números traziam uma média 8, com o seguinte AMA (métrica que mede os abates, mortes e assistências): 107/29/125.

Após deixar a Keyd pouco tempo depois da derrota, o sul-coreano jogou pelas equipes Team Dragon Knights, G2 Esports - onde venceu o split de primavera do cenário europeu (LCS EU) -, Longzhu Gaming e atualmente faz parte da equipe tailandesa Sea Serpents.


Kang "DayDream" Kyung-min

© Reprodução
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O caçador DayDream teve a mesma participação que sua dupla Emperor durante o tempo em que jogou em nosso país, em 2014.

O pro player sempre foi considerado muito criativo em relação ao seu modo de jogo. Após deixar a Keyd, DayDream jogou na CJ Entus, DetonatioN FocusMe - onde foi vice-campeão do split de verão da liga japonesa (League of Legends Japan League), e em seguida na SCARZ, onde permaneceu até abril deste ano.

Em suas redes sociais, não há informações sobre o que o jogador está fazendo atualmente.


Bia Coutinho é redatora no Versus e está curiosa para saber quem é o possível segundo sul-coreano que a Red Canids está trazendo para o Brasil. Siga-a no Twitter.

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