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Receita de esports na América Latina ultrapassará US$ 30 milhões em 2019

Matheus de Lucca
Segundo pesquisa, a maior parte provém de direitos de mídia, propaganda e patrocínios
O patrocínio de marcas em eventos como a BLAST Pro Series São Paulo é um dos maiores fatores para o grande rendimento | Foto: BLAST Pro Series/Reprodução
O patrocínio de marcas em eventos como a BLAST Pro Series São Paulo é um dos maiores fatores para o grande rendimento | Foto: BLAST Pro Series/Reprodução

Uma nova pesquisa sobre o mercado de esports foi divulgada nesta quinta-feira (11) pelo Esports BAR em parceria com a Newzoo. Entre os principais dados, está a expectativa de que a receita dos esportes eletrônicos na América Latina passará a marca de US$ 30 milhões (aproximadamente R$ 110 milhões) ainda em 2019.

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Desta parcela, a maior parte - US$ 24 milhões - é proveniente de investimentos de marca, como direitos de mídia, propaganda e patrocínios, enquanto o restante fica por conta de tarifas das publishers dos jogos, merchandising e ingressos para eventos de esports. A expectativa é que o rendimento do mercado em 2019 seja 19.5% maior que o de 2018.

A expectativa é que até 2022 o rendimento de esports na América Latina chegue a US$ 59 milhões (mais de R$ 220 milhões) | Foto: Esports BAR e Newzoo/Reprodução
A expectativa é que até 2022 o rendimento de esports na América Latina chegue a US$ 59 milhões (mais de R$ 220 milhões) | Foto: Esports BAR e Newzoo/Reprodução

Outro detalhe interessante é a presença de marcas não endêmicas nos esports - 54% dos patrocínios do mercado nas Américas em 2018 foram provenientes de empresas que não estão inseridas no contexto dos esportes eletrônicos. Como destaque, o documento levanta parcerias como a da paiN Gaming com a Coca-Cola e Vivo Keyd com a empresa de telefonia Vivo.

Entre as marcas mais ativas nos esports na América Latina, com base em acordos fechados entre junho de 2018 e junho de 2019, estão a Sky, Gillette e Tinder.

A pesquisa também levanta outros patrocinadores de peso (endêmicos e não endêmicos) em ligas e torneios no Brasil, como o Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL) - com Intel, Dell, Red Bull e Gilette - e a BLAST Pro Series São Paulo - que contou com investimento de quase R$ 9 milhões e marcas como HP Omen, Cougar, Ben & Jerry's, Red Bull, Sky, FalleN Store, Twitch, Gillette e Betway.

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Matheus de Lucca é editor assistente do Versus. Siga-o no Twitter em @luccabucks.

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