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PUBG: Jogador da Singularity chama brasileiros de macacos e exibe atitudes racistas

Argentino já foi banido anteriormente por racismo
@biaacoutinhoo
Escrito por
Beatriz Coutinho

Foto: Instagram/Reprodução
Foto: Instagram/Reprodução

O pro player de PlayerUnknown's Battlegrounds da Team Singularity Iván "p0me" Lucco exibiu atitudes racistas em transmissões ao vivo em 23 de junho, imitando um macaco ao ser abatido por um esquadrão composto por jogadores brasileiros. O argentino já chegou a ser banido temporariamente por racismo em 2019, quando chamou um jogador de "brasileiro macaco", também durante uma stream.

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Em uma transmissão de 23 de junho, p0me fala uma expressão obscena e, após dizer frases inaudíveis, deixa a stream enquanto imita um macaco, referindo-se a jogadores brasileiros. O caso veio à tona por meio da postagem de Ian "F0rever" Dimitri no Twitter, na qual o jogador diz que esta não é a primeira vez que p0me é racista. Segundo o brasileiro, o ocorrido no clipe abaixo aconteceu após o argentino ser abatido por seu squad. Veja abaixo o incidente:

A atitude de p0me causou revolta entre a comunidade brasileira de PUBG, que lembrou da ocasião na qual o argentino foi banido por ter gritado: "Por que me mata, brasileiro macaco?" em uma transmissão ao vivo de 2019.

O argentino, por sua vez, publicou no Twitter um vídeo de retratação. "Peço desculpa a todos os brasileiros que se incomodaram com o clipe", disse ele. Em outra publicação, p0me afirma que não considera o que disse como racismo:

"Peço desculpas a todos os brasileiros que se incomodaram. Já me baniram uma vez por racismo e eu sempre fui contra isso, para mim, o que fiz não foi racista, mas peço desculpas. Por outro lado, vocês não conseguem nada me insultando com mensagens privadas, saudações". O jogador relata ainda que muitos membros da comunidade brasileira mandaram insultos a ele por mensagem direta.

Até o momento, a Team Singularity não se pronunciou sobre a atitude de seu jogador de PUBG.

No Brasil, racismo é crime inafiançável de acordo com a Constituição Federal de 1988, pela lei n.º 7716, de 5 de janeiro de 1989. Já na Argentina, existe a lei 23592, criada em 4 de agosto de 1988, conhecida também como Lei Antidiscriminatória no país.

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