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PUBG Corp. finaliza investigação sobre hacks; jogadores sul-americanos são banidos por até 3 anos

Investigação concluiu que nenhum terceiro entrou na conta dos jogadores durante o uso dos programas
@Foxer_JJ
Escrito por
Jairo Junior
Imagem: PUBG Corp.
Imagem: PUBG Corp.

A recente polêmica que envolveu jogadores profissionais de PlayerUnknown's Battlegrounds utilizando hacks chegou ao fim. A PUBG Corp. concluiu suas investigações das contas e aplicou banimento de até três anos em três pro players sul-americanos envolvidos no caso. O veredito foi divulgado nesta segunda-feira (7) pelas redes sociais oficiais de PUBG.

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Em nota, Smitty recebeu punição de dois anos por usar programas ilegais em partidas ranqueadas do game. Já Papaya e Cabecao tiveram mais um ano acrescentado às suas penas - totalizando três anos - por também utilizarem os softwares em torneios profissionais.

"Trapacear em uma competição profissional é um dos comportamentos menos desportistas que um jogador profissional pode exibir. Por isso, estamos emitindo uma das mais severas penalidades que já aplicamos, a fim de igualar nossa política de tolerância zero em trapaça.", disse a PUBG Corp.

Ainda de acordo com o comunicado da empresa, a avaliação também constatou que nenhum terceiro entrou nas contas dos jogadores banidos. Sendo assim, não há como nenhum deles afirmar que ela foi emprestada ou roubada quando os hacks foram usados.

Atletas de outras regiões também foram banidos. Avalon, TEXQS, e S1D foram punidos por dois anos. Já swalker, zuppaa, Houlow e sezk0 foram enquadrados no castigo de três anos - todos com as mesmas justificativas apresentadas para os pro players sul-americanos. Por fim, THZ e Fr_Steph, que sabiam da ilegalidade de seus companheiros Houlow e sezk0, receberam a mesma pena deles.

"Acreditamos que tolerar as atividades fraudulentas dos colegas de equipe e ainda se beneficiar disso, deve ser tão severamente punido quanto quem praticou o próprio delito", anunciou a publisher do game.

A onda de banimentos de pro players de PUBG começou em dezembro de 2018. Desde então, empresas ligadas ao jogo iniciaram investigações para confirmar a veracidade das acusações e punir os infratores. Jogadores como os sul-americanos ex-Team Secret já eram visados há bastante tempo, enquanto outros surpreenderam a comunidade negativamente pela sua atitude condenável.

Jairo "Foxer" Junior é redator do Versus. Siga-o no Twitter em @Foxer_JJ.

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