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Project A: Clutches podem ser ainda mais emocionantes no jogo da Riot, segundo Gaules

Isso acontecerá por conta de uma pequena diferença quando a C4 é desarmada
@Foxer_JJ
Jairo Junior
é reporter no Versus.

Foto: Felipe Guerra/Reprodução
Foto: Felipe Guerra/Reprodução

As situações de clutch de Project A, o novo FPS da Riot Games, podem ser ainda mais emocionantes do que o normal. Ao menos foi o que contou Alexandre "Gaules" Borba na última terça-feira (11) em uma transmissão que abordou suas primeiras impressões sobre o jogo.

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De acordo com Gaules, primeiro brasileiro fora da Riot a testar o novo título juntamente de Joseph "Tecnosh" Touma e Yuri "Fly" Uchiyama, apenas um novo recurso adicionado "abre um mundo de jogadas". Ele explica que quando um jogador está desarmando o dispositivo semelhante à C4 de Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO) e o progresso chega na metade, ele é salvo. Em outras palavras, se o defuse chegar em 50% e for parado por qualquer motivo, quando ele for retomado volta a partir de onde parou ao invés de zero.

Dito isto, não é preciso ir longe para imaginar que o ataque precisará de atenção dobrada após armar o dispositivo em um bombsite. Os defensores, por outro lado, terão um retake mais dinâmico e podem optar por primeiro desarmar metade do dispositivo para depois sim mirar e tentar alguma jogada. Mesmo que a eliminação do inimigo não aconteça neste momento, a próxima vez que houver o click no dispositivo apenas metade do tempo será necessário para desarmá-lo, o que deixará os atacantes ainda mais na dúvida se devem sair do esconderijo rapidamente ou não.

Quando falou mais sobre este recurso de desarmar o dispositivo em dois tempos, Gaules lembrou empolgado de um clutch feito por Volcano - atualmente designer sênior na Riot, ex-profissional de CS:GO e criador do mapa Cache - justamente se beneficiando disso. Ele conta que o artifício foi usado de forma brilhante para vencer a situação de 1vs3 durante um dos jogos disputados naquele fatídico dia.

Veja abaixo a explicação nas palavras do próprio streamer:

O assunto do desarme do dispositivo foi a maior novidade que Gaules trouxe em sua transmissão sobre Project A. Fora isso ele também deu sua opinião sobre o game e explicou que, de fato, toda a dinâmica é muito mais parecida com CS:GO do que qualquer outro FPS por conta do estilo de jogo, objetivos, economia, recuo de armas e mais. O streamer também reiterou que habilidades são muito mais utilitárias, como granadas em Counter-Strike, do que poderosas como as ultimates em Overwatch.

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