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Triple Tank, Dive e mais: Os metagames que já passaram por Overwatch

Quais foram as estratégias já usadas no cenário competitivo?
@_matheusF23
Escrito por
Matheus Oliveira
Foto: Reprodução
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O conceito de metagame existe em muitos jogos competitivos e, resumidamente, é usado para apontar a estratégia mais usada pelos jogadores e considerada mais forte. Com pouco menos de dois anos de história, Overwatch já passou por diversas mudanças, com destaque para alguns estilos de jogo - você sabe quais foram? O Versus ensina!

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Padrão 2-2-2 Esta é a formação mais básica possível. Trata-se de dividir as seis posições disponíveis igualmente entre as funções: dois personagens DPS (damage per second, ou dano por segundo), dois tanques, e dois suportes.

É a composição mais utilizada nas filas ranqueadas do game, já que conta com uma rápida transição entre ataque e defesa, e os jogadores podem facilmente se dividir ou se reunir sempre que precisarem.

Da padrão 2-2-2 é que são geradas as outras diversas estratégias. A fraqueza desse plano é o fato de ser altamente previsível, já que se trata da formação comumente utilizada entre jogadores.

Foto: Reprodução
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Triplo Tanque

Trocar a proporção 2-2-2 para uma composição com três tanques e apenas um herói DPS era muito visto em torneios - e até mesmo em filas ranqueadas de níveis mais altos, quando Ana estava em seu auge.

Compensando a falta de um DPS com a presença de um tanque que consiga causar dano no time inimigo, como Zarya ou Roadhog, a estratégia funcionava em volta de um Reinhardt que só aguardava a Ana ter sua habilidade suprema pronta para fazer os oponentes “sentirem o peso do martelo.”

Uma segunda forma de fazer a composição funcionar era da suporte utilizar seu Nanoboost em um Soldado 76 com sua suprema, Visor Tático, criando a combinação apelidada de Nano Visor.

Composição de Dive

Esta é a tática mais utilizada atualmente devido aos personagens que são considerados fortes. A composição de Dive se baseia em heróis com alta mobilidade, que podem invadir com facilidade as formações adversárias, garantindo abates importantes.

Os personagens mais utilizados nessa composição são: Winston, D.Va, Genji, Tracer, Reaper, Doomfist, Mercy e Zenyatta.

Por mais que a mobilidade do monge ômnico não seja das melhores, sua presença é essencial, já que é com sua Orbe da Discórdia que o jogador define os alvos mais importantes, pois assim o dano causado aumenta significativamente.

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Menção honrosa: “O Megazord”

Especificamente para mapas de controle de carga, uma estratégia muito usada é a apelidada como “Megazord”, ou seja: colocar um Bastion em cima do objetivo e protegê-lo a qualquer custo.

Desde o lançamento de Orisa no jogo, essa estratégia aparece cada vez mais, já que ela pode fixar um escudo na dianteira do transporte enquanto um Reinhardt conta com um escudo móvel, Zenyatta entra com a cura e uma Mercy aumenta o dano do Modo Sentinela de Bastion.

Essa formação não é algo para jogadores inexperientes, já que até em partidas da Overwatch League essa tática já apareceu, causando muito estrago.

Se a equipe desejar, ainda é possível aumentar o nível de destruição com uma torre do Torbjorn. Odin tenha piedade dos seus oponentes!

Matheus Oliveira é redator do Versus. Siga-o no Twitter.

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