League of Legends

Os maiores times da história de League of Legends

Relembre os elencos que dominaram épocas e metas de LoL
@_matheusF23
Escrito por
Matheus Oliveira

Imagem: Riot Games/Reprodução
Imagem: Riot Games/Reprodução

Ao longo de 10 anos de League of Legends diversos times dominaram o cenário competitivo em diferentes momentos, seja nas ligas regionais ou nos grandes campeonatos internacionais. Relembre aqui os dez maiores times de LoL da história do MOBA da Riot Games, contando o desempenho geral em cada ano e não apenas títulos de Mundial ou Mid-Season Invitational (MSI)

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Taipei Assassins (2012)

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Imagem: Riot Games/Reprodução
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A Taipei Assassins teve uma ascensão meteórica em 2012, saindo do anonimato e caminhando até o topo do mundo. A equipe de Taiwan não era muito conhecida neste começo do cenário competitivo, mas passou a ser uma das mais lembradas da história do LoL por seus feitos naquele ano.

A line-up composta por Wang “Stanley” June-Tsan, Sung "Lilballz" Kuan-Po, Lau "Toyz" Wai Kin, Chang “BeBe” Bo-Wei e Chen “MiSTakE” Hui Chung venceu nove dos 12 torneios que participou em 2012 e, entre eles, o Mundial daquele ano, com vitória contra a Azubu Frost na grande final, equipe considerada uma das mais poderosas na época.

A conquista do Worlds foi uma surpresa para os espectadores do ocidente, visto que a TPA não era tão conhecida por nossas bandas, afinal, naquela época os torneios internacionais se resumiam ao Worlds e algumas edições da Intel Extreme Masters. Toyz terminou o campeonato com o maior K/D/A entre todos os pro players, com 8.82, jogando principalmente de Anivia, Karthus e Orianna. Ele também deteve o recorde de CS/min do torneio, com 9.18.

A grandeza do time, no entanto, não se manteve por muitos anos. Com a mudança de Toyz para a comissão técnica e a saída de Stanley, a TPA nunca mais foi a mesma, falhando na classificação para o Mundial de 2013. Pouco tempo depois, Lillballz se aposentou, mas os resultados do time foram bons em 2014, com vitória da liga regional GPL nos dois splits daquele ano.

Em 2015, com a reformulação da GPL na LMS, a TPA ficou em terceiro lugar e uma série de mudanças foram feitas na line-up. Em 2016 todo o roster foi adquirido pela J Team, que segue competindo na LMS. A J Team chegou ao Mundial de 2019, mas não teve resultados expressivos e seu desempenho regional, além do título da LMS no mesmo ano, não é tão consistente,

Stanley, Lillballz, Toyz e MiSTakE se aposentaram completamente do cenário competitivo de LoL, enquanto BeBe continua na ativa como streamer da J Team.

Samsung White (2014)

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Imagem: Riot Games/Reprodução
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A Samsung White nasceu como um investimento da empresa sul-coreana Samsung no cenário de League of Legends. Em setembro de 2013, foi anunciada a contratação da line-up da MVP Ozone, composta por Gu “imp” Seung-bin, Choi “DanDy” In-kyu, Cho “Mata” Se-hyeong, Heo “PawN” Won-seok e Jang “Looper” Hyeong-seok.

A equipe era um dos destaques da Coreia do Sul, com grandes marcos como o primeiro lugar na OLYMPUS Champions - principal torneio do país na época - e além disso, foi campeã do Mundial de 2014, saindo invicta da competição, sem nenhuma derrota na fase de grupos e apenas um ponto sofrido em uma melhor de cinco contra a TSM nas quartas de final.

Em 2015, um novo formato foi anunciado para as competições coreanas de League of Legends, um que proibiu a presença de dois times comandados pela mesma organização, o que fez ambas as line-ups - incluindo a então campeã mundial - serem desligadas das equipes Samsung.

Mata, MVP do Worlds 2014, foi contratado pela Vici Gaming - junto de DanDy, hoje técnico da eStar - e passou por grandes organizações como KT Rolster, SK Telecom T1 e hoje continua ativo, como técnico da RNG.

Imp e Looper se aposentaram definitivamente do cenário de League of Legends, o último inclusive com participação em times da América do Norte, com passagem pela Echo Fox. Já PawN se afastou das competições em 2019 por problemas de saúde e se juntou à equipe de transmissão da Riot Games.

Moscow Five/Gambit (2012-2013)

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Imagem: Moscow Five/Reprodução
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Imagem: ESL/Reprodução
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A lendária line-up composta por Eugene "Darien" Mazaev, Daniel "Diamondprox" Reshetnikov, Alex "Alex Ich" Ichetovkin, Eugene "Genja007" Andryushin e Edward "GoSu Pepper" Abgaryan foi uma das grandes dominantes da Europa entre 2012 e 2013.

Futuramente contratado pela Gambit, o time era conhecido por trazer composições exóticas aos torneios, abusando de campeões poderosos e sempre surpreendendo oponentes, o que levou à vitória de diversos torneios importantes, como Intel Extreme Masters (IEM) VI, em 2012, e IEM Katowice e Cologne, em 2013 já como Gambit.

Em janeiro de 2013, a Moscow Five deixou de existir devido a polêmicas envolvendo o CEO da organização, preso em julho do ano anterior. A equipe russa foi então contratada pela Gambit Gaming - que veio a se tornar Gambit Esports no futuro.

Como Gambit Esports a line-up estreou na LCS europeia causando medo nos adversários e alcançando o segundo lugar com 21 vitórias e sete derrotas no primeiro split daquele ano, e com a medalha de prata também nos playoffs, perdendo apenas para a Fnatic nas finais.

Apenas Darien e Genja se aposentaram e se afastaram completamente do cenário de LoL. Gosu Pepper e Alex Ich se despediram da organização já no fim do primeiro semestre de 2013 e continuam ativos, o primeiro como suporte da Mkers e o último como streamer da Pittsburgh Knights. Diamondprox se manteve na organização até 2015, saiu e retornou menos de um ano depois e continua como caçador da Gambit Esports até hoje.

Fun Plus Phoenix (2019)

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Imagem: Riot Games/Reprodução
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A FunPlus Phoenix surpreendeu a todos com sua campanha em 2019. A equipe que disputa a League of Legends Pro League (LPL) - liga chinesa - apareceu para os holofotes no segundo split daquele ano e dominou a competição com um desempenho esmagador, saindo com apenas uma derrota da fase de pontos corridos, com o total de 15 partidas.

Após vencer a segunda etapa da LPL, a equipe chocou novamente no Worlds 2019, quando, na surdina, derrotou todas as line-ups tidas como parte das favoritas do torneio: Fnatic, Invictus e, na grande final, a G2 por um limpo 3 a 0 em uma série melhor de cinco.

A surpresa é ainda maior para os que conhecem o início do time, que não colecionou muitas vitórias nos anos anteriores. A FPX foi criada em 2017, mas não teve um bom desempenho, sequer chegando longe nos playoffs da LPL em 2018, quando perderam na primeira rodada contra a JD Gaming depois de uma campanha de oito vitórias e 11 derrotas, e também sem chegar ao mundial em seus primeiros dois anos.

Com o feito no Worlds 2019, a equipe se tornou a primeira desde a SKT, de 2013, a vencer um Mundial em sua primeira participação. Além disso, foi o primeiro mundial de todos os participantes da equipe.

Fnatic (2011)

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Imagem: Riot Games/Reprodução
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A line-up que a Fnatic construiu em 2011 se tornou rapidamente a mais dominante do cenário europeu e ocidental de League of Legends. Com pouco tempo de jogo, o elenco escolhido para representar a organização se tornou conhecido, no caso, aquele formado por Maciej "Shushei" Ratuszniak, Peter "Melissan" Meisrimel, Enrique "xPeke" Martínez, Lauri "Cyanide" Happonen e Manuel 'LaMiaZeaLoT" Mildenberger.

A equipe foi a primeira grande campeã mundial de League of Legends e, consequentemente, a primeira a receber as tradicionais skins de campeões dentro do game, os raros visuais de Jarvan IV, Karthus, Gragas, Corki e Janna com uniformes do time.

Porém, a camapanha não foi fácil. A Fnatic terminou em terceiro lugar na fase de grupos, com uma vitória e duas derrotas, raspando na eliminação. O time só viu melhoras com a chegada de xPeke, que perdeu o primeiro dia de competição devido a um atraso com seu transporte. Além disso, esta Fnatic foi a principal responsável por introduzir composições com um atirador e um suporte na rota inferior, com um mago na rota do topo e outro na rota do meio, que se tornou padrão em todas as regiões posteriormente.

A Fnatic manteve os bons resultados e encerrou o ano de 2011 com chave de ouro, terminando a IEM Season 6 New York totalmente invicta, com três vitórias na fase de grupos e deixar nenhum ponto escapar nas séries da fase eliminatória. Depois disso, tudo mudou.

Shushei continuou na equipe até julho de 2012, quando embarcou em outras empreitadas até encerrar sua carreira no cenário profissional de LoL em 2013. Cyanide continuou jogando até 2014 e depois foi substituto da Origen até 2017, mas sem entrar em Summoner's Rift desde então, apesar de manter uma boa audiência europeia em suas transmissões ao vivo. xPeke está ativo no cenário até hoje, tendo fundado a Origen em 2014. Melissan e Lamia se aposentaram logo em 2012 e nunca mais participaram do cenário de LoL.

Samsung Galaxy (2017)

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Imagem: Riot Games/Reprodução
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A Samsung Galaxy nasceu com a dissolução das antigas Samsung Blue e Samsung White, em 2015, e o novo elenco contratado para representar a organização não viu bons resultados em sua estreia, terminando em último lugar na Champions Spring da KeSPa Cup.

Apenas em 2016 o time viu frutos, ficando entre os quatro mais bem colocados do segundo split da LCK, vencendo séries importantes contra poderosas line-ups como ROX Tigers e Afreeca Freecs, sendo eliminada pela KT Rolster.

Garantir a participação no Mundial de 2017 não foi fácil, mas após conquistar espaço por meio das finais regionais, a Samsung dominou a competição, passando por cima de diversos times poderosos como Royal Never Give Up e G2. Entretanto, o feito maior foi durante as finais do campeonato, uma vez que o elenco composto por Jo "CoreJJ" Yong-in, Park "Ruler" Jae-hyuk, Lee "Crown" Min-ho, Kang "Haru" Min-seung, Kang "Ambition" Chan-yong e Lee "Cuvee" Seong-jin fez o impensável e venceu um limpo 3 a 0 contra a SKT, interrompendo a série de títulos desta que era considerada a melhor equipe do mundo.

Todo o elenco campeão mundial deixou a organização ainda em 2017, todos contratados pela KSV eSports. Mais tarde, em 2018, foram para a Gen.G, onde permaneceram apenas Ruler e e Ambition - hoje streamer da organização. Haru e CuVee hoje jogam pela Hanwha Life, Crown pela OZ Gaming e CoreJJ foi levado ao cenário norte-americano e compete pela Team Liquid.

TSM (2017)

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Imagem: Riot Games/Reprodução
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A Team SoloMid é uma das mais tradicionais e vitoriosas do cenário norte-americano de League of Legends, mas 2017 ainda é um ano de destaque, já que foi o período no qual não havia esperança para nenhum outro time na região.

O ano foi marcado pela saída de Jason “WildTurtle” Tran, que abriu espaço para o retorno de Yiliang "Doublelift" Peng, Com o novo reforço, a TSM saiu do primeiro split da League of Legends Championship Series (LCS) com 15 vitórias da fase de pontos e o título. Na segunda etapa o resultado foi de mais 14 vitórias e apenas quatro derrotas, conquistando novamente o título, sendo a primeira organização da história da competição a conquistar três troféus seguidos.

Por mais que o desempenho no Mundial daquele ano não tenha sido das melhores - a equipe foi eliminada na Fase de Grupos - as partidas de Søren "Bjergsen" Bjerg, Kevin "Hauntzer" Yarnell, Dennis "Svenskeren" Johnsen, Doublelift e Vincent "Biofrost" Wang marcaram a memória dos fãs como uma das eras de ouro dos times do cenário norte-americano, ainda que as organizações da região ainda precisem se provar em solo internacional.

Invictus Gaming (2018)

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Imagem: Riot Games/Reprodução
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A Invictus Gaming estava em sua melhor fase em 2018, saindo com resultados positivos contra todas as equipes da LPL, terminando tanto a primeira etapa da competição quanto a segunda com 18 vitórias em 19 partidas, porém, o feito marcante veio apenas durante o Mundial daquele ano.

A IG entrou como segundo seed da China no Worlds 2018, saindo da fase de grupos com cinco vitórias e uma derrota, perdendo na partida de desempate contra a Fnatic. O time seguiu para enfrentar a KT Rolster, um dos maiores times da Coreia do Sul. O resultado do embate foi um 3-2 para a equipe chinesa, que seguiu na competição para fazer história.

O elenco composto por Kang "TheShy" Seung-lok, Gao "Ning" Zhen-Ning, Song "Rookie" Eui-jin, Yu "JackeyLove" Wen-Bo e Wang "Baolan" Liu-Yi seguiu vencendo contra a G2 nas semifinais. Na grande final, marcaram 3 a 0 contra a Fnatic, em uma das partidas mais rápidas da história do LoL, e se tornaram a primeira equipe chinesa a vencer o Mundial, assim como o primeiro time não coreano desde a Taipei Assassins a ganhar o campeonato.

JackeyLove foi o único da line-up campeã que deixou a organização e hoje joga pela Top Esports, o restante continua atuando junto pela Invictus.

G2 (2019)

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Imagem: Riot Games/Reprodução
Imagem: Riot Games/Reprodução
Imagem: LEC/Reprodução
Imagem: LEC/Reprodução

A G2 montou em 2019 o que foi considerado para muitos o dream team da Europa, juntando os melhores jogadores da época com a promessa de dominar o cenário local e trazer uma taça do Mundial para o Ocidente, no caso, com o elenco formado por Martin "Wunder" Nordahl, Marcin "Jankos" Jankowski, Rasmus "Caps" Borregaard, Luka "Perkz" Perković e Mihael "Mikyx" Mehle.

A equipe dominou completamente o cenário europeu, como prometido, terminando como campeã do primeiro split - do qual saiu com 13 vitórias e cinco derrotas, além ganhar a série mais rápida da história da LEC: a grande final contra a Fnatic, que terminou em 3 a 0 para G2 em pouco mais de 74 minutos no total. No segundo split o time também saiu com o título, após 15 vitórias e apenas três derrotas.

O time também mostrou a que veio nas competições internacionais. Primeiro no MSI, quando atropelou até times como a intimidadora SKT e Team Liquid, contra quem marcou 3 a 0 na série internacional mais rápida da história do LoL, e no Rift Rivals, no qual ajudou a LEC a trazer o título contra a LCS. A equipe foi longe também no Mundial, entrando como uma das favoritas, mas perdendo apenas na grande final contra a FunPlus Phoenix.

O elenco permanece o mesmo até hoje, contando com mudanças de posição entre os próprios jogadores, e continua como uma das line-ups mais fortes que o ocidente tem para enfrentar os times do oriente, com os melhores resultados domésticos e internacionais dos últimos tempos.

SK Telecom T1 (2015-2016)

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Imagem: SKT T1/Reprodução
Imagem: SKT T1/Reprodução
Skins da SKT do Mundial 2015 | Imagem: Riot Games/Reprodução
Skins da SKT do Mundial 2015 | Imagem: Riot Games/Reprodução
Skins da SKT do Mundial 2016 | Imagem: Riot Games/Reprodução
Skins da SKT do Mundial 2016 | Imagem: Riot Games/Reprodução
Skins da SKT do Mundial 2013 | Imagem: Riot Games/Reprodução
Skins da SKT do Mundial 2013 | Imagem: Riot Games/Reprodução

A SKT Telecom T1 foi e ainda é a equipe com maior sucesso na história do League of Legends, muito por causa da campanha do time até 2016. A tricampeã mundial de LoL carrega consigo o título do Worlds de 2013, 2015 e 2016.

A SKT foi a mais dominante tanto no cenário regional quanto no internacional durante o período, vencendo sete dos dez grandes torneios que participou: seis splits da LCK, dois MSI e o maior expoente: dois mundiais seguidos.

A equipe sul-coreana foi a primeira a vencer dois mundiais seguidos e, até hoje, é a que mantém a maior coleção de títulos, com um total de três. Foram oito jogadores que fizeram parte da primeira campanha da equipe: os já aposentados Jang "MaRin" Gyeong-hwan, Bae "Bengi" Seong-woong e Lee "Piccaboo" Jong-beom, assim como Jung "Impact" Eon-yeong (hoje na Team Liquid), Lee "Easyhoon" Ji-hoon (que atua como técnico no cenário coreano), Bae "Bang" Jun-sik (hoje na Evil Geniuses) e dois que permanecem na atual T1, Lee "Wolf" Jae-wan e Lee "Faker" Sang-hyeok, considerado melhor jogador de League of Legends do mundo.

Em 2016, Easyhoon e MaRin deixaram a equipe para abrir espaço para Lee "Duke" Ho-seong (que jogou pela Invictus até janeiro de 2020), Kang "Blank" Sun-gu (atual Sengoku Gaming) e Lee "PoohManDu" Jeong-hyeon que deixou a posição de suporte para atuar como técnico (hoje atende a Vici Gaming).

A equipe teve seu nome alterado devido à uma mudança da marca, que passou a se denominar apenas como T1 e conta com o veterano Faker ainda na rota do meio, enquanto Wolf, outro importante jogador da equipe, atua como streamer.

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