League of Legends

Mylon, Alex Ich, Pava e mais: por onde andam os ex-pro players do competitivo

Algum deles era ou ainda é seu ídolo?
@biaacoutinhoo
Beatriz Coutinho
escreve para o Versus.
Imagem: Riot Games/Reprodução
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Se você acompanhou de perto os cenários nacional e internacional de esportes eletrônicos nos últimos anos e hoje se pergunta onde estão Espeon e Alex Ich do League of Legends, ou Pava e Heaton do Counter-Strike: Global Offensive, o Versus está aqui para te responder o que aconteceu com estes e outros pro players que já fizeram história nos esports.

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Imagem: Instagram/Reprodução
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Espeon

Conhecido pelo título que conquistou com a Pain Gaming em 2013 - quando jogou ao lado de Venom, sirT, Kami e brTT, e venceu a 3ª temporada do campeonato brasileiro de LoL - Martin “Espeon” Kothe trouxe muita alegria para os fãs do MOBA na época, principalmente quando colocava sua Nami no Rift.

Ele também jogou em equipes como Nex Impetus, KaBuM, KaBuM Black, Estúdio XP e Overload, último time no qual atuou como pro player. Em agosto de 2016, Espeon anunciou sua aposentadoria e atualmente trabalha como gerente de produto na empresa Nerd Universe, loja de artigos sobre games e cultura pop.

Além disso, o ex-pro player também é DJ. Espeon já tocou em diversas festas, inclusive na famosa Party of Legends, que sempre recebe fãs e personalidades do cenário de esports.

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Imagem: Instagram/Reprodução
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Imagem: Riot Games/Reprodução
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Mylon

Matheus "Mylon" Borges só passou por três times durante sua carreira como pro player - VTi Ignis, Keyd e Pain - mas isso não foi empecilho para que ele fosse menos famoso ou fizesse menos história que outros jogadores.

Conhecido por seu estilo agressivo e por usar campeões como Shen e Rumble, o topo participou da conquista histórica da Pain, em 2015, quando a equipe venceu o 2º split do CBLoL 2015 e fez a melhor campanha brasileira em um Mundial.

Em outubro de 2017, pouco mais de um mês depois de ser vice-campeão do 2º split do CBLoL, o jogador anunciou sua aposentadoria do cenário competitivo, afirmando que já não se sentia feliz em jogar LoL. Hoje, Mylon estuda Direito e às vezes faz streams na Twitch, quando é bombardeado de elogios e perguntas como “Quando você volta a jogar?”.

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Alex Ich à direita, de camisa xadrez | Imagem: Arquivo pessoal
Alex Ich à direita, de camisa xadrez | Imagem: Arquivo pessoal
Alex Ich segurando troféu, ao meio | Imagem: Reprodução
Alex Ich segurando troféu, ao meio | Imagem: Reprodução

Alex Ich

O meio Alexey “Alex Ich” Ichetovkin enchia de alegria os olhos de quem o assistia jogar em 2012 e 2013, no auge de sua carreira. Na época, o jogador fazia parte da Moscow 5, equipe na qual jogava ao lado de outra lenda do competitivo, Danil "Diamondprox" Reshetnikov.

Em 2012, a equipe chegou à 3ª colocação do Mundial. Pouco tempo depois, o jogador deixou a M5 e passou por equipes como Gambit, Ninjas in Pyjamas, RoX, Dragon Knights e EnVyUs, na qual ficou até novembro de 2017, mas nunca mais mostrou o mesmo talento no Rift.

Hoje, o ex-pro player é desenvolvedor de softwares em Santa Monica, nos Estados Unidos, onde mora com a esposa e o filho de seis anos. Ele costuma streamar em seu canal na Twitch.

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Imagem: Twitter/Arquuivo pessoal
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Dyrus

Marcus Hill, mais conhecido como Dyrus, principalmente entre os fãs da Team SoloMid, foi um dos melhores topos que o cenário competitivo de League of Legends já viu. Seu Singed era super famoso e ele participou de todos os mundiais entre 2011 e 2015.

No Mundial de 2015, depois que a TSM foi eliminada, Dyrus subiu ao palco e agradeceu a torcida, deixando escapar algumas lágrimas, para logo depois anunciar que aquela havia sido sua última partida pela equipe. Dois anos depois, o jogador retornou rapidamente para o competitivo, quando atuou na Delta Fox na Challenger Series norte-americana.

Em 2016, Dyrus teve uma rápida passagem por um time de Overwatch e até mesmo fez parte da mesa de analistas da Copa do Mundo de OW do mesmo ano. Hoje, ele mantém um canal no Youtube e faz streams na Twitch.

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Imagem: Riot Games/Reprodução
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Venon

Assim como Espeon, Fábio "Venon" Guimarães fez parte da line-up que conquistou a 3ª temporada do Campeonato Brasileiro de LoL organizado pela Riot em 2013. Naquela época, o topo gostava de jogar com campeões como Shen e Wukong. Em maio de 2014, Venon deixou a Pain e o cenário competitivo.

Em 2017, o ex-jogador atuou como analista para a Keep Gaming por um curto período, até voltar para a Pain em 2018, quando atuou como analista e foi inscrito no CBLoL como reserva. Em junho do mesmo ano, Venon deixou a equipe. Hoje, ele é responsável pela parte operacional de campeonatos do Versus Arena, auxiliando na organização de torneios e gerenciamento de equipes durante as competições.

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Imagem: Twitter/Arquivo pessoal
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Imagem: Twitter/Arquivo pessoal
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Pava

Se hoje você admira a MIBR composta por Gabriel “Fallen” Toledo, Marcelo “coldzera” David, Fernando “Fer” Alvarenga, Epitácio “TACO” de Melo e João “Felps” Vasconcellos, saiba que quem acompanhou o competitivo do Counter-Strike 1.6 há alguns anos também vibrava pela Made in Brazil, mas na época, uma das estrelas do time era Rafael "pava" Pavanelli.

Após vencer diversos torneios, o jogador deu uma pausa na carreira e retornou em 2015, no cenário de Counter-Strike: Global Offensive, no qual jogou em equipes como G3X, Santos Dexterity e Team One. Foi nesta última equipe que Pava anunciou sua aposentadoria, após um 2017 vitorioso e recheado de títulos.

Em 2018, Pava foi convidado a participar do evento de anúncio da nova line-up da MIBR, quando as formações antiga e nova se enfrentaram amistosamente. Hoje, Pava faz streams em seu canal na NIMO.TV.

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Imagem: HLTV/Reprodução
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Heaton

Entre 2001 e 2008, Emil "HeatoN" Christensen foi uma lenda do Counter-Strike 1.6 e Source. O sueco venceu diversos torneios jogando pelas equipes SK Gaming e Ninjas in Pyjamas. Em 2007, o ex-pro player foi técnico da NiP, equipe da qual foi gerente após alguns anos, deixando o cargo em outubro de 2018.

Em 2015, Heaton foi acusado e condenado por fraude contábil na administração da NiP e cumpriu sua pena prestando serviços comunitários. Um ano depois, ele foi o primeiro jogador a entrar para o Hall da Fama dos esports. Hoje, Heaton é empresário e produz um podcast sobre games e esports.

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Imagem: Instagram/Arquivo pessoal
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Imagem: Instagram/Arquivo pessoal
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manajj

O atirador André "manajj" Rocha jogou League of Legends entre 2012 e 2014, em equipes como Pain, vTi Ignis, Insight esports, NeX Impetus e CNB e era muito querido pela comunidade.

O plot twist desta lista é que se você sentia saudade do pro player, saiba que ele está de volta ao cenário competitivo. Recentemente, mana afirmou que em breve estará competindo e seus fãs mal podem esperar por esse momento.



Você gostaria de descobrir o paradeiro de quais outros ex-pro players? Conte para nós nos comentários.



Bia Coutinho é redatora do
Versus. Siga-a no Twitter em @biaacoutinhoo.

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