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LoL: AfroGames é inaugurado e promete transformar jovens da favela em pro players

Jovens de comunidade carioca terão acesso ao esport, aulas e mais sem pagar nada
@foxer_jj
Jairo Junior
escreve para o Versus.
Foto: AfroGames/Reprodução
Foto: AfroGames/Reprodução

O AfroGames, projeto social que visa formar atletas de esporte eletrônico em comunidades carentes, foi oficialmente inaugurado. A abertura das portas foi realizada nesta terça-feira (7), dentro do Centro Cultural do AfroReggae (Waly Salomão), na favela de Vigário Geral, no Rio de Janeiro.

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A iniciativa é patrocinada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro e pela Oi. Com isso, 100 crianças e jovens da comunidade carioca terão acesso a computadores de última geração, todos equipados com periféricos da HyperX e com internet de fibra ótica da própria Oi.

Além do centro de treinamento, o local também conta com uma sala de aula, na qual serão oferecidas aulas de programação, produção musical para games e também de inglês.

O projeto nasceu da união de Ricardo Chantilly, empresário do show business responsável pelas carreiras de nomes como Jota Quest, O Rappa etc, e José Junior, fundador e atualmente CEO da AfroReggae Audiovisual. A dupla estava presente na inauguração e conversou com a imprensa e visitantes.

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Centro de treinamento do AfroGames. Foto: AfroGames/Reprodução
Centro de treinamento do AfroGames. Foto: AfroGames/Reprodução
Sala de aula do AfroGames. Foto: AfroGames/Reprodução
Sala de aula do AfroGames. Foto: AfroGames/Reprodução
Centro de treinamento do AfroGames. Foto: AfroGames/Reprodução
Centro de treinamento do AfroGames. Foto: AfroGames/Reprodução

"Os games são o novo rock'n roll", crava Chatilly. "Eles vão revolucionar as novas gerações dando oportunidade para qualquer um conquistar uma posição de destaque dentro deste novo mercado profissional, seja jogador ou trabalhando nos bastidores.”

O evento de abertura também contou os pro players de League of Legends Igor "DudsTheBoy" Lima da Redemption e Gabriel "Hawk" Gomes da CNB. O atirador admitiu a dificuldade de visitar o centro por conta da distância, já que está morando em São Paulo. Mas ainda assim, deixou uma possibilidade em aberto: "Após o fim do segundo split do CBLoL devo voltar ao Rio para rever minha família. Neste período com certeza tentarei agendar uma visita aqui [no AfroGames] para ver a evolução dos alunos e dar uma força a todos da maneira que puder".

Hawk também pretende voltar e ainda elogiou o centro de treinamento: "Isso aqui é praticamente uma estrutura de CBLoL. Computadores muito bons e até os equipamentos são os mesmos que nós usamos lá na CNB".

Hawk e Duds. Foto: Jairo "Foxer" Junior
Hawk e Duds. Foto: Jairo "Foxer" Junior

Apesar de ainda estar no início, os idealizadores do AfroGames já pensam em expansão. Em entrevista ao Versus, Chantilly revelou que, com mais investimentos, eles também pretendem aumentar o leque de opções da garotada com carreiras como streamer e narrador. Já José Junior afirmou que pretende levar o projeto para outras comunidades, até mesmo de outros estados. Segundo ele, São Paulo já está no radar.



Jairo "Foxer" Junior é redator do Versus. Siga-o no Twitter em @Foxer_JJ.

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