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Hearthstone: De acordo com pro player, eSports é ensinado nas escolas na Dinamarca

Frederik Høj Nielsen foi eliminado do torneio, mas ficou em nossos corações
@thais.stagni
Thais Stagni
escreve para o Versus.
Frederik Høj Nielsen, pro player de Hearthstone. Foto: Reprodução
Frederik Høj Nielsen, pro player de Hearthstone. Foto: Reprodução

Frederik Høj Nielsen, pro playerdinamarquês de Hearthstone, foi um dos participantes do Mundial do game de cartas em Amsterdã. Mesmo não ganhando o campeonato, o jogador conversou com o Versus sobre suas experiências no competitivo e diferenças dos eSports entre seu país de origem e outros locais. Hoej - como é conhecido na comunidade - comentou uma peculiaridade incrível que certamente deveria ser adaptada no Brasil um dia: na Dinamarca, alunos de internatos e alguns colégios podem ter aulas de esportes eletrônicos.

Não, você não leu errado.

Leia mais sobre Hearthstone:

“A Dinamarca é bem grande no cenário de eSports. Nós não temos muitos jogadores de Hearthstone, mas existem muitos nomes grandes no CS:GO e Dota", disse o jovem de 25 anos.

"Além disso, os eSports estão crescendo muito no país. Eles estão começando a dar aulas de eSports nas escolas, então existe bem mais foco hoje do que antigamente. Em algumas escolas, internatos, é possível escolher ter aulas para aprender sobre eSports, em que você pode treinar para ser bom em eSports, quase como se fosse uma aula de educação física depois das aulas normais."

Hoej ao vencer a 2017 Hearthstone Spring Championship. Foto: Reprodução
Hoej ao vencer a 2017 Hearthstone Spring Championship. Foto: Reprodução

Sobre o cenário competitivo de Hearthstone, Hoej afirmou que se inspira no jogador profissional ucraniano Alexander "Kolento" Malsh, que joga pela Cloud9. O motivo principal é "por conta de suas habilidades técnicas", mas Hoej e Kolento foram eliminados ao mesmo tempo durante o Mundial de Hearthstone.

A diferença é que, em entrevista ao Versus, Kolento afirmou que "estava no grupo de oponentes mais fácil", enquanto o pro player dinamarquês deu respostas muito mais humildes.

Quando questionado sobre o Brasil ou países latino-americanos, ele declarou: “Eu nunca estive na América do Sul, mas eu recebo muitas mensagens e tenho muitos fãs da Argentina. Eu espero que tenham mais torneios na América do Sul.”

E assim esperamos também!


Thais Stagni é redatora do Versus. Siga-a no Twitter em @thaistagni.

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