League of Legends

Flamengo: CEO de empresa responsável por eSports no clube tem apenas 17 anos

"A taxa de inscrição é para custear o processo e só inscrever quem realmente tem interesse"
@biaacoutinhoo
Beatriz Coutinho
é reporter no Versus.
João Victor Rosa, CEO da Cursor eSports
João Victor Rosa, CEO da Cursor eSports

Durante a BGS 2017, o Versus conversou com o goiano João Victor Rosa, de apenas 17 anos, CEO da Cursor eSports, empresa que está cuidando e desenvolvendo a divisão de esportes eletrônicos do Flamengo.

"Está sendo muito boa essa experiência. Estamos há mais ou menos um ano estudando junto com o clube como fazer essa implementação e o Flamengo abraçou muito o projeto, está sendo muito legal" contou João.

Questionado sobre a taxa de inscrição de até R$ 48 que foi cobrada para participar da seletiva do time de League of Legends, João explicou que foi uma maneira de custear a seletiva, além de filtrar os possíveis participantes.

"A peneira do Flamengo foi desenvolvida em uma plataforma própria e isso tem um custo. Tem também o custo de uma comissão de técnicos que vai avaliar os jogadores, esse é o motivo do preço. Além disso queríamos contar só com quem quisesse estar junto com o Flamengo, só quem realmente tivesse interesse [em participar]."

© Reprodução
© Reprodução

João contou ao Versus que os jogadores não terão uma gaming house, e sim um gaming office. "É um escritório. Os jogadores terão suas casas, morarão onde quiserem e vão pro escritório treinar, com um horário definido. Isso acontece em qualquer outra modalidade que o Flamengo já tem, só estamos trazendo isso para os eSports" disse João, que ainda não sabe se o espaço será no Rio de Janeiro ou em São Paulo.

Durante a seletiva do anúncio oficial da entrada do clube carioca para os eSports, foi revelado que também haveriam pro players de Pro Evolution Soccer (PES), informação que o CEO da Cursor eSports confirmou.

Já possíveis times de outros jogos, como Counter-Strike, ainda não estão nos planos para um futuro próximo. "Temos alguns problemas com jogos violentos estarem ligados à marca do Flamengo. Estamos estudando se em algum outro momento isso seria possível, mas no momento nosso foco é o League of Legends e o PES."

Bia Coutinho é redatora no Versus. Siga-a no Twitter.

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