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"Está em pauta", diz Gerente de Marketing da Intel sobre IEM no Brasil

Campeonato de nível mundial pode pintar no Brasil assim como a Intel Challenge feminina
@foxer_jj
Jairo Junior
escreve para o Versus.
Foto: ESL/Reprodução
Foto: ESL/Reprodução

A volta da Intel Extreme Masters ao Brasil “é uma possibilidade”, de acordo com Bárbara Toledo, Gerente de Marketing da Intel Brasil. A profissional concedeu uma entrevista exclusiva ao Versus e falou mais sobre a atuação da Intel em solo nacional e da possibilidade de produtos internacionais virem para o país.

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Não é nada fácil trazer eventos mundiais de grande porte para qualquer canto. De acordo com Bárbara, é quase um “alinhamento de astros”. Ela explica que diversos fatores devem casar para que algo assim seja possível - no caso do Brasil, não é diferente.

“Desde oportunidades de negócio até audiência, desenvolvimento dos esports no país, das equipes, o calendário internacional e mais são levados em consideração. O que eu posso dizer é que o Brasil é muito relevante no número de jogadores e nas equipes de alta performance, então com certeza é um assunto que está em pauta.”

Outro obstáculo que é importante frisar: “não depende apenas da Intel” para que este tipo de evento chegue ao Brasil, como explicou a empresária. No entanto, “Todos os fatores são constantemente avaliados pela própria Intel e também pelos seus parceiros”.

A SK Gaming já foi campeã da IEM com uma line-up totalmente brasileira | Foto: ESL/Reprodução
A SK Gaming já foi campeã da IEM com uma line-up totalmente brasileira | Foto: ESL/Reprodução

Não só a IEM, mas outros produtos de esporte eletrônico da marca “também têm a possibilidade de vir para o Brasil”. Um deles é a Intel Challenge, que atende o público feminino. O evento costuma acontecer na Europa, mas normalmente traz um convite ou qualificatória para o Brasil, mostrando que a organização está de olho em nosso cenário.

Bárbara conta que apoiar a pluralidade é uma das maiores bandeiras da Intel: “Nós abraçamos a diversidade de gênero, opção sexual e cultura. Então, independente da indústria em que atuamos, é importante que ela seja diversa porque é aí que mora a oportunidade de negócio. Quanto mais mulheres tivermos nos games por exemplo, maior e mais rico vai ser o mercado, principalmente em questão de cultura. O suporte da Intel é estimular essa diversidade e, sempre que possível, promover campeonatos e outras soluções que envolvam públicos diversos. Isso é uma cultura que promovemos para nossos funcionários e levamos para fora da empresa também”.

Uma das maiores parceiras da Intel no mundo dos esports é a ESL. A organizadora de campeonatos está por trás tanto da IEM quanto da Intel Challenge. A atuação da dupla é conjunta, mas cada uma na sua área de especialidade.

“A ESL é a especialista no mercado de esports e na fomentação dos campeonatos”, explica Bárbara. “Já o papel da Intel está muito mais próximo da tecnologia. Com esta parceria nós ficamos mais próximos dos jogadores para trabalhar no desenvolvimento de novas tecnologias para suprir necessidades e trazer experiências mais imersivas para abranger jogadores profissionais, casuais, fãs e todo tipo de gente que gosta do universo gamer”.

Muito se falou sobre eventos na entrevista, mas a Intel está nos esports de diferentes formas... “Algumas mais diretas e outras através de parceiros”, como falou Bárbara - as possibilidades são as mais diversas.

“Hoje nós temos várias soluções para o mercado gamer. Desde as estrelas como o lançamento da 10º geração dos processadores que já está chegando no Brasil e várias outras opções como nossos processadores unlocked com um desempenho incrível para os usuários, enfim… Não importa o jogo que você joga, se você é fã de esports, dentro do portfólio da Intel você consegue encontrar desde soluções de entrada até as tops de linha.”

No geral, apesar das proporções que já foram alcançadas, a Intel ainda acredita em algo muito maior para os esports. “Em 2020 por exemplo, o mercado mundial deve chegar ao número de 20 milhões de gamers, sejam eles casuais ou hardcore. Basta ter este número como exemplo para entender como o mercado brasileiro - que tem cerca de 200 milhões de habitantes - é gigante. Há oportunidade e espaço para se desenvolver e se profissionalizar cada vez mais. A gente acompanha isso de perto e incentiva todas as iniciativas que fomentam esse mercado”.

A entrevista foi realizada durante a Brasil Game Show 2019. O Versus estará presente em todos os dias do evento trazendo conteúdos exclusivos. Fique ligado no site e em nossas redes sociais para mais notícias e conteúdos - Facebook, Twitter, Instagram e YouTube.

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