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Escolhas da redação: As melhores lores de games dos eSports

Só história top!
@_matheusF23
Escrito por
Matheus Oliveira
Foto: Reprodução
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Não é porque o foco dos games que mais gostamos fica no competitivo, que eles não podem ter uma boa história. Sendo assim, a equipe do Versus escolheu suas histórias de personagens favoritas.

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Skywrath Mage e Vengeful Spirit, uma história de amor e vingança (Dota 2)

Poucos conhecem a história que gira em torno de Vengeful Spirit e Skywrath Mage, ou os acontecimentos do passado desses heróis.

Dragonus, mais conhecido como Skywrath Mage, jurou proteger a rainha do trono no Ninho da Águia Fantasma para sempre. Em sua adolescência, o mago nutria um amor por Shendelzare, a princesa mais velha destinada a ocupar seu lugar como a próxima governante dos Skywrath.

Mesmo sendo a herdeira por direito, Shendelzare tinha uma irmã invejosa, que criou uma armadilha bem na noite da coroação da princesa. Shendelzare caiu na emboscada e se viu obrigada a cortar suas próprias asas para escapar, não sendo mais bem-vinda em seu reino por usar seus pés para andar.

Sem esperanças e tomada pela raiva, a princesa desistiu de seu corpo em um pacto com a deusa Scree’auk, se transformando em Vengeful Spirit, o Espírito da Vingança.

As Guardiãs Estelares (League of Legends)

As skins em League of Legends, muitas vezes, representam apenas uma visão alternativa dos campeões. Em 2016, a Riot Games mudou esse lado dos itens cosméticos e trouxe ao game uma história completamente nova com as Guardiãs Estelares.

A equipe de campeãs Janna, Poppy, Lulu e Jinx, comandadas pela capitã Lux, foram encarregadas de proteger a luz do universo lutando contra a escuridão, ao melhor estilo Sailor Moon.

Jinx, com sua personalidade forte, era a única que não se identificava com a missão, mas devido aos acontecimentos vistos em suas histórias, a personagem compreendeu a importância de sua função.

Em 2017, o time se encontrou com outro grupo, formado por Miss Fortune, Syndra, Ezreal e Soraka, comandados por Ahri.

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A família Mishima (Tekken)

Os jogos de luta são famosos por não possuírem bons enredos, mas após oito jogos, a história de Tekken foi amarrada e encaminhada para uma conclusão épica com a sétima edição do game, que revelou todos os segredos por trás da família Mishima.

No primeiro game, o público foi apresentado à estranha relação entre Heihachi Mishima e Kazuya Mishima, pai e filho, um com o objetivo de matar o outro.

O filho procura vingança contra o assassinato de sua mãe, e o pai parecia não ter justificativas para a perseguição, até Tekken 7, que explana as motivações do membro mais velho da família Mishima.

Kazuya é o primogênito do casamento entre Haihachi e Kazumi Mishina. A relação parecia ser perfeita, mas o que poucos sabiam é que Kazumi possuía sangue demoníaco, de uma raça de guerreiros que luta para extinguir a família Mishima desde os primórdios da história.

Ao ser derrotada, Kazumi diz que o destino de Kazuya é o mesmo que o seu: destruir a família de Heihachi, o que faz o pai também se virar contra o filho.

A guerra entre os dois envolve e afeta o mundo inteiro na história de Tekken, já que Heihachi comanda a Mishima Zaibatsu enquanto Kazuya gerencia a G Corporation, as duas maiores empresas do planeta.

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Karma, quem protege a paz de Ionia (League of Legends)

Karma é conhecida por sua calma e espiritualidade, mas o que poucos sabem é que tanto poder é consequência de muitos conflitos.

A personagem teve sua paciência testada quando a pequena vila em que vivia foi atacada por tropas de Noxus.

Espantada pela crueldade dos noxianos, Karma decidiu agir - foi quando seus reais poderes afloraram e suas habilidades apareceram, dando proteção a seus aliados e atirando sua primeira Chama Interior contra o general do exército invasor.

Após os acontecimentos, a personagem tornou-se a líder da resistência Ioniana, apostando no perfeito equilíbrio entre paz e conflito.

Ana, a mãe protetora (Overwatch)

Ana foi a primeira personagem a chegar em Overwatch após o lançamento do game.

Sua conexão com Phara foi imediatamente percebida, até por quem não acompanha as histórias do jogo, pela semelhança visual entre as personagens.

Após ter sua história divulgada, os fãs puderam saber mais sobre Ana. Além de ser mãe de Phara, foi revelado que a sniper fazia parte da formação original da Overwatch, sendo o principal motivo da paixão de sua filha por heróis.

Em uma missão, Ana foi confrontada por Widowmaker, e segundo vídeo divulgado pela Blizzard (que pode ser visto acima), o embate foi o único no qual a atiradora egípcia hesitou.

Após a derrota, o esquadrão da heroína foi eliminado, e a personagem deixada com feridas fatais.

Ao acordar recuperada, o instinto de proteção foi o primeiro que apareceu a sua mente, o que fez Ana voltar para a ação, com o objetivo de ser a guarda de sua filha, Phara, que agora fazia parte da Overwatch.

E você, quais são suas histórias favoritas no mundo dos games?

Matheus Oliveira é redator do Versus. Siga-o no Twitter.

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