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CS:GO: Em série disputada, FaZe vence MIBR e manda brasileiros e americanos para Lower

Foi uma série incrível, mas não foi desta vez que o MIBR saiu vencedor
@foxer_jj
Jairo Junior
escreve para o Versus.
Foto: HLTV/Reprodução
Foto: HLTV/Reprodução

O MIBR estreou a IEM Chicago 2018 com vitória e chegou para seu segundo confronto no torneio. O adversário da vez foi o FaZe Clan, que também vinha de um triúnfo apertado, contra o LDLC. Após três mapas muito disputados, com placares apertadíssimos, os europeus levaram a melhor por 2 a 1 e mantivem sua invencibilidade na competição.

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Primeiro Mapa: FaZe 16 vs 14 MIBR - O comeback freado por uma decisão e uma smoke

Cache foi a escolha do MIBR como mapa de abertura para esta MD3. Imagem: Valve.
Cache foi a escolha do MIBR como mapa de abertura para esta MD3. Imagem: Valve.

É difícil imaginar um início pior do MIBR no primeiro mapa da série. O FaZe Clan entrou completamente ligado, realizou defesas e retomadas precisas, enquanto o Brasil parecia perdido. O resultado foi um 8 a 1 nas nove primeiras rodadas. Após isso, finalmente Gabriel "FalleN" Toledo e companhia acordaram e diminuíram a vantagem para 10 a 5.

Na troca de lados, a postura do Made in Brazil foi completamente diferente. Mais organizados e com o lado individual de cada um brilhando nas horas de necessidade, aos poucos o placar do oponente se tornava mais próximo. Na rodada que o empate parecia real, uma aposta estranha de três AWP's e uma simples smoke bem feita acabou com o setup brasileiro, que viu todo seu esforço escorrer pelo ralo em um placar de 16 a 14.


Segundo Mapa: FaZe 14 vs 16 MIBR - Pagando na mesma moeda

Mirage foi a escolha do FaZe, como segundo mapa da MD3. Imagem: Valve
Mirage foi a escolha do FaZe, como segundo mapa da MD3. Imagem: Valve

Embalados pela grande sequência de rodadas que fizeram no mapa anterior, o MIBR voltou com tudo nesta Mirage. No lado de Contra-Terrorista, a equipe brasileira se mostrou sólida e trabalhou muito bem setups avançados, principalmente no bombsite A. Até mesmo nos clutchs eles se mostravam superiores. O FaZe por sua vez, não estava mal na partida. Seria até injusto afirmar algo assim. A verdade é que o MIBR realmente mereceu a vitória parcial de 10 a 5.

O segundo half mostrou um grande equilíbrio entre os times. De um lado, Finn "karrigan" Andersen fazia milagre com sua AUG, enquanto do outro, Tarik "tarik" Celik fazia uma das suas melhores exibições pelo MIBR. Mais para o fim, os europeus ficaram há um ponto do empate, mas o Made in Brazil pagou na mesma moeda que seus oponentes e jogou um balde de água fria ao cravar o 16 a 14, impedindo o comeback que vinha se desenhando.


Terceiro Mapa: FaZe 16 vs 11 MIBR - Não foi desta vez, de novo

Train sobrou nos picks e bans e se tornou o terceiro e último mapa da série. Imagem: Valve
Train sobrou nos picks e bans e se tornou o terceiro e último mapa da série. Imagem: Valve

No terceiro e inevitavelmente último mapa, o MIBR começou do lado mais favorável do mapa - Contra-Terrorista. Suas defesas se provaram sólidas e a vantagem não parava de aumentar. Eram raros os momentos em que o FaZe conseguia arma a C4. Ainda assim, a equipe de múltiplas nacionalidades conseguiu se redimir parcialmente no fim e diminuiu a vantagem brasileira e americana para 10 a 5.

Se o Made in Brazil fez um bom CT, o FaZe fez ainda melhor. Olof "olofmeister" Kajbjer e companhia foram absolutos, especialmente nas retomadas. O MIBR conseguia chegar até os bombsites, plantar muitas C4's, mas sempre acabava afunilado e pressionado até todos caírem no chão. Desta maneira, o mundo acompanhou onze rounds praticamente em sequência do FaZe, para garantir seu half quase perfeito, a vitória do mapa por 16 a 11 e da série por 2 a 1.

Escalações e estatísticas da partida. Imagem: HLTV
Escalações e estatísticas da partida. Imagem: HLTV

Com a segunda vitória seguida garantida, o FaZe firma seu próximo compromisso contra o Astralis, que vem de uma grande vitória sobre o North. Fernando "fer" Alvarenga e seu time caem para a tabela lower, mas seguem vivos no torneio. Para saber ainda mais sobre o evento, não deixe de conferir nosso guia.



Jairo "Foxer" Junior é redator do Versus. Siga-o no Twitter em @Foxer_JJ.

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